Som Na Caixa : República Velha

resultados 1 a 20 de 42
início | < anteriores  |  próximos > | fim

As laranjas da Sabina

1904

Não é por acaso que “As laranjas da Sabina” está entre as primeiras músicas gravadas no Brasil. Composta por Arthur Azevedo [leia e ouça]

Camaleão

1902

Este lundu, baseado em antiga música do folclore pernambucano, integra a primeira fornada de músicas gravadas no Brasil, em 1902. [leia e ouça]

Saldanha da Gama

01.01.1902

A música presta homenagem ao almirante Saldanha da Gama [leia e ouça]

Cabala eleitoral

1904-1907

Bahiano e Cadete foram as duas principais estrelas dos primeiros tempos da Casa Edison [leia e ouça]

Capanga Eleitoral

1904-1907

Não se sabe o ano exato da gravação, feita entre 1904 a 1907. [leia e ouça]

Vacina obrigatória

1904/1907

De todas as campanhas realizadas, no início do século XX, para tornar salubre o Rio de Janeiro, a que despertou resistências mais fortes foi a da vacina obrigatória contra a varíola. [leia e ouça]

As eleições de Piancó

1912

A música faz uma crítica feroz ao sistema eleitoral da República Velha, em que os votos depositados nas urnas valiam menos do que as atas produzidas pelos membros das seções eleitorais [leia e ouça]

O pai de toda a gente

1907/1912

Outra composição de Eduardo das Neves, talvez o maior cronista social e político da música brasileira do início do século XX. [leia e ouça]

No bico da chaleira

1909

Você provavelmente já usou ou ouviu a expressão "chaleirar" - adular, bajular. Ela nasceu ou, pelo menos, difundiu-se com esta música, que gozava um dos mais poderosos políticos do início da República Velha, Pinheiro Machado, e seu cordão de puxa-sacos [leia e ouça]

Os reclamantes

22.11.1910

Na noite de 22 de novembro de 1910, o presidente Hermes da Fonseca, empossado poucos dias antes, acabara de assistir a uma apresentação da ópera "Taunhauser", de Wagner, no Clube da Tijuca, quando se ouviu na cidade o estrondo de um tiro de canhão. [leia e ouça]

A morte do Barão do Rio Branco

1912/1913

Música em homenagem ao Barão do Rio Branco, falecido em 1912. [leia e ouça]

A Revolução no Paraná

1913

A música aborda um dos conflitos sociais mais sangrentos da história brasileira, a Guerra do Contestado, travada numa faixa de fronteira disputada por Santa Catarina e Paraná. [leia e ouça]

Ai Philomena

1915

Trata-se de uma adaptação da popularíssima polca “Uma canção italiana”, parodiada a torto e a direito no Brasil – a mais famosa talvez tenha sido a cantiga de roda “Viva Garibaldi”. [leia e ouça]

Desabafo carnavalesco

1917

O samba critica a alta dos preços, os pesados impostos pesados e a boa vida dos banqueiros do jogo do bicho. [leia e ouça]

Papagaio Louro

1920

Este samba, também conhecido como “Fala, meu louro”, foi composto para a revista teatral “Papagaio Louro”, que estreou no Teatro São José, no Ro, em julho de 1920. [leia e ouça]

Ai, seu Mé!

1921

“Seu Mé” era o apelido do mineiro Artur Bernardes, eleito presidente em 1922, ao derrotar Nilo Peçanha, fluminense de Campos, terra da goiabada cascão. [leia e ouça]

Goiabada

1922

Com a radicalização da campanha eleitoral, logo apareceu alguém para fazer o contraponto à marchinha “Ai, seu Mé!”, que ridicularizava Arthur Bernardes [leia e ouça]

Moda da Revolução

1924

Esta moda de viola somente foi gravada em 1929, mas, pela letra, deve ter sido composta em 1924 ou, no máximo, em 1925... [leia e ouça]

Café com leite

1926

Poucos textos políticos seriam capazes de explicar de modo tão claro e com tanto talento a engenharia das eleições presidenciais [leia e ouça]

resultados 1 a 20 de 42
início | < anteriores  |  próximos > | fim